Primeira ecografia, passada a angústia inicial, estava tudo bem, a criança estava a desenvolver-se de acordo com o esperado. Segunda ecografia: “O coração está bem, conseguem-se ver os rins na perfeição. Repare aqui o crânio, a coluna, as pernas flectidas, mas... deixe-me ver...quer saber o sexo? Sim? É uma menina.” Por estranho que pareça não tínhamos pensado muito em nomes. Eu tinha critérios definidos há muito para a sua escolha, tinha que ser pequeno (sempre detestei diminutivos: “Margarida – Guida, Alexandra – Xana, Cristina – Tina, etc., etc., etc.), tradicional, pouco empregue (o meu era daqueles que havia aos cinco na minha turma). Vagueei entre Leonor, Beatriz, Isabel, até que me ocorreu um dos meusepisódios preferidos da nossa História, a história de Inês de Castro. Estava decidido iria ser Inês, ponto final, parágrafo.
Thursday, August 31, 2006
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